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	<description>Associação Comercial e Industrial de Machado</description>
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		<title>Pix parcelado será lançado em setembro de 2025</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 19:56:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pix se consolida como uma ferramenta cada vez mais robusta e adaptável às necessidades do varejo e dos consumidores. O Banco Central do Brasil (Bacen) anunciou,<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Pix se consolida como uma ferramenta cada vez mais robusta e adaptável às necessidades do varejo e dos consumidores.</p>



<p>O Banco Central do Brasil (Bacen) anunciou, recentemente, uma série de inovações no sistema de pagamentos instantâneos, o Pix, que prometem impactar positivamente o <a rel="noreferrer noopener" href="https://cndl.org.br/varejosa/" target="_blank">varejo</a> e as transações comerciais no país. Segundo as últimas informações divulgadas pelo <a rel="noreferrer noopener" href="https://site.cndl.org.br/" target="_blank">Bacen</a>, novas funcionalidades estão previstas para serem lançadas nos próximos meses, trazendo maior flexibilidade e segurança para consumidores e empresas.</p>



<p>A principal novidade é o Pix parcelado, com lançamento previsto para setembro de 2025. Essa funcionalidade permitirá que o pagador contrate um crédito para dividir o valor de uma transação em parcelas, de maneira semelhante ao parcelamento com juros do cartão de crédito. No entanto, o recebedor receberá o valor total da operação de forma imediata, possibilitando maior liquidez para os comerciantes.</p>



<p>Essa ferramenta tem como objetivo estimular o uso do Pix para a aquisição de bens e serviços de maior valor, ampliando o acesso a consumidores que, tradicionalmente, dependem de crédito para realizar compras mais significativas.</p>



<p><strong>Acesso ao crédito para empresas</strong></p>



<p>Outra funcionalidade anunciada é o Pix em garantia, que tem previsão de lançamento para 2026. Essa modalidade permitirá que empresas ofereçam seus recebíveis futuros, ou seja, valores a receber por meio do Pix, como garantia em operações de crédito. Ao utilizar esse mecanismo, as instituições financeiras poderão oferecer taxas de juros mais baixas, beneficiando especialmente os pequenos e médios empreendedores que dependem do crédito para expandir seus negócios. A iniciativa busca integrar o uso do Pix às operações de financiamento, incentivando o crescimento e a inovação no setor empresarial.</p>



<p>Para aumentar a segurança das transações, o BC também anunciou o autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que entrará em vigor a partir de 1º de outubro de 2025. Essa funcionalidade permitirá que usuários contestem transações consideradas fraudulentas ou resultantes de erros operacionais diretamente pelo aplicativo dos bancos, sem a necessidade de intermediação do atendimento telefônico. A medida tem como objetivo agilizar o processo de devolução de recursos, minimizando prejuízos e aumentando a confiança dos consumidores no sistema Pix.</p>



<p><strong>Maior segurança</strong></p>



<p>Além das novas funcionalidades, o Banco Central determinou que os comprovantes de agendamento e de pagamentos do Pix sejam diferenciados visualmente. Agora, o comprovante de agendamento deve exibir o termo “Agendamento Pix” acompanhado de um ícone com relógio e calendário, enquanto os comprovantes de transações concluídas terão um ícone de check. Essa mudança visa combater fraudes, como golpes envolvendo comprovantes falsos, e facilitar a identificação de transações efetivamente finalizadas.</p>



<p>Com essas inovações, o Pix se consolida como uma ferramenta cada vez mais robusta e adaptável às necessidades do varejo e dos consumidores. O Pix parcelado ampliará o acesso a compras de maior valor, o Pix em garantia facilitará o acesso ao crédito para empresas e o autoatendimento do MED reforçará a segurança das transações. Em um cenário de constante transformação digital, essas funcionalidades prometem impulsionar a economia e proporcionar uma experiência mais fluida e segura para todos os envolvidos.</p>
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		<title>SEJA UM VENDEDOR F.O.D.A &#8211; 2025 &#8211; Instrutor Anderson Martins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 19:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Palestras]]></category>
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		<title>O PLP 68/24 vai acabar com o Simples Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 17:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de lei complementar (PLP) que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/24) coloca em risco 23 milhões de micro e pequenas empresas do país. A<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/164914">projeto de lei complementar</a> (PLP) que regulamenta a reforma tributária (PLP 68/24) coloca em risco 23 milhões de micro e pequenas empresas do país. A proposta, que está atualmente em debate na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal, coloca os pequenos empresários em um dilema: permanecer integralmente no Simples Nacional — mas repassar um crédito menor que o transferido pelas concorrentes fora do regime, perdendo competitividade —, ou adotar um regime híbrido, recolhendo separadamente o IBS e a CBS. Esse modelo híbrido acarretaria custos tributários mais altos e a necessidade de cumprir mais obrigações fiscais, tornando a operação inviável para a maioria dos pequenos negócios.</p>



<p>Desta forma, o Simples Nacional, que unificou diversos tributos em uma única guia, simplificou a burocracia e impulsionou o crescimento de milhões de pequenos empreendimentos, está em risco de perder sua eficácia. De acordo com o Sebrae, 64% das empresas optantes por esse modelo de tributação seriam forçadas a ir para a informalidade ou reduziriam suas atividades caso o Simples não existisse.</p>



<p>Os pequenos negócios representam hoje 95% das empresas brasileiras, 30% do PIB nacional e 61% dos empregos gerados em 2024. Ainda de acordo com o Sebrae, 83% das empresas no Simples Nacional sobrevivem aos primeiros dois anos, enquanto, em outros regimes, esse índice cai para 38%.</p>



<p>A Constituição Federal de 1988 já falava em estabelecer um tratamento que favorecesse as micro e pequenas empresas. Após décadas de expectativa por uma Reforma Tributária que trouxesse um ambiente de negócios mais favorável ao país, os maiores gerados de emprego e renda se veem diante de um retrocesso que coloca suas empresas em uma situação de vulnerabilidade e risco.</p>



<p>Um caminho para tal situação seria a alteração do texto do PLP 68/24 para que seja possível a transferência de crédito integral da CBS no mesmo porcentual do regime regular. Outra sugestão é a permissão para que os tratamentos com alíquota reduzida ou isenção do IBS e da CBS, bem como as operações sujeitas à tributação monofásica (como combustíveis), sejam proporcionalmente deduzidos do valor devido pelo contribuinte do Simples Nacional.</p>



<p>É urgente que o Congresso Nacional apoie as micro e pequenas empresas do país e regulamente uma Reforma Tributária que traga de fato crescimento e segurança aos negócios. Simples Nacional não é gasto tributário. Simples Nacional é crescimento, geração de renda e emprego. O Simples Nacional não pode acabar.</p>
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		<title>O direito de arrependimento da compra se aplica quando é realizada por meio de WhatsApp?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2024 20:55:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O artigo 49 da Lei 8.078/90 –&#160;Código de Defesa do Consumidor&#160;estabelece o direito de arrependimento da compra pelo consumidor no prazo de 7 dias do recebimento<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>O artigo 49 da Lei 8.078/90 –&nbsp;<strong>Código de Defesa do Consumidor</strong>&nbsp;estabelece o direito de arrependimento da compra pelo consumidor no prazo de 7 dias do recebimento do produto, quando esta é realizada fora do estabelecimento comercial, preferencialmente por telefone ou a domicílio.</p>



<p>Quando da sanção da Lei 8.078 em 1990, ou seja, há quase 33 anos atrás a sociedade não dispunha de diversas tecnologias comuns atualmente.</p>



<p>O acesso à rede mundial de computadores e a tecnologia permitiram uma revolução nas relações de consumo com acesso as compras de forma virtual, seja por meio de lojas online e atualmente até por aplicativos das empresas, meios rápidos e céleres para facilitar as relações com os clientes.</p>



<p>Atualmente, além dos aplicativos e sites, as lojas negociam com os clientes por meio de aplicativos de mensagens como o WhatsApp e Telegram objetivando uma forma fácil de comunicação entre as partes.</p>



<p>Essa forma de negociação virtual por meio de aplicativos de mensagens e ainda que realizada por meio de chamada de vídeo, é permitida por lei, porém necessário os mesmos cuidados que ocorrem em uma negociação presencial ou por meio da loja web.</p>



<p>Por interpretação extensiva ao artigo 49 do CDC, aplica-se o direito de arrependimento pelo consumidor no prazo de 7 dias, a contar do recebimento da mercadoria, sem qualquer ônus ao consumidor quando a compra é realizada por aplicativo de mensagens (WhatsApp ou Telegram).</p>



<p>Novos tempos com a tecnologia a favor dos negócios, mas sempre observando o cumprimento do CDC por fornecedores e consumidores.</p>
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		<title>Inadimplência atinge mais de 67,30 milhões de consumidores, terceiro recorde seguido, aponta CNDL/SPC Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 14:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de inadimplentes no país teve mais um crescimento em maio de 2023 e atinge 67,30 milhões de brasileiros, terceiro recorde seguido na série histórica<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O número de inadimplentes no país teve mais um crescimento em maio de 2023 e atinge 67,30 milhões de brasileiros, terceiro recorde seguido na série histórica do levantamento. O Indicador realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) aponta que quatro em cada dez brasileiros adultos (41,31%) estavam negativados em maio deste ano, quando o volume de consumidores com contas atrasadas cresceu 9,42% em relação ao mesmo período de 2022.</p>



<p>Com base nos dados disponíveis em sua base, que abrangem informações de capitais e interior de todos os 26 Estados da federação, além do Distrito Federal, a CNDL e o SPC Brasil registram que a variação anual observada em abril deste ano ficou abaixo da observada no mês anterior. Na passagem de abril de 2023 para maio de 2023, o número de devedores cresceu 2,05%.</p>



<p><strong>NÚMERO DE PESSOAS INADIMPLENTES</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="504" height="197" src="//i2.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem11.png" alt="" class="wp-image-4403" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem11.png 504w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem11-285x111.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem11-260x102.png 260w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem11-50x20.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem11-150x59.png 150w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /></figure>



<p>“Os setores de Comércio e Serviços são os mais impactados negativamente pela alta inadimplência, uma vez que o consumidor deixa de movimentar o mercado quando perde o crédito. Consequentemente, gera-se uma realidade de economia fraca, pouca geração de emprego e de renda. Por isso, é urgente que o governo adote ações concretas, por meio de políticas públicas, para mudar esse cenário tão negativo para a economia do país”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.</p>



<p><strong>NÚMERO DE PESSOAS INADIMPLENTES POR TEMPO DE ATRASO</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="499" height="196" src="//i0.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem21.png" alt="" class="wp-image-4404" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem21.png 499w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem21-285x112.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem21-260x102.png 260w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem21-50x20.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem21-150x59.png 150w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" /></figure>



<p>O crescimento do indicador anual se concentrou no aumento de inclusões de devedores com tempo de inadimplência de 1 a 3 anos (18,23%).</p>



<p>O número de devedores com participação mais expressiva no Brasil em maio está na faixa etária de 30 a 39 anos (23,81%), ou seja, são 16,70 milhões de pessoas registradas em cadastro de devedores nesta faixa. Tal montante equivale a 48,93% do total deste grupo etário. A inadimplência segue bem distribuída entre os sexos: 51,07% são mulheres e 48,93%, homens.</p>



<p>“A alta inadimplência é um problema complexo e que exige uma combinação de ações como educação financeira, políticas públicas adequadas e condições econômicas favoráveis para que se tenha uma mudança efetiva de cenário. O país segue enfrentando muitos desafios econômicos com uma taxa de juros tão elevada”, alerta o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior.</p>



<p><strong>NÚMERO DE PESSOAS INADIMPLENTES POR FAIXA ETÁRIA E SEXO</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="587" height="246" src="//i1.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem31.png" alt="" class="wp-image-4405" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem31.png 587w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem31-285x119.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem31-260x109.png 260w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem31-50x21.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem31-150x63.png 150w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /></figure>



<p><strong>ESTIMATIVA DE INADIMPLENTES POR FAIXA ETÁRIA</strong></p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" width="549" height="352" src="//i2.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41.png" alt="" data-id="4406" data-full-url="//i1.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41.png" data-link="https://aciamcdl.com.br/?attachment_id=4406" class="wp-image-4406" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41.png 549w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41-285x183.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41-228x146.png 228w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41-50x32.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem41-117x75.png 117w" sizes="(max-width: 549px) 100vw, 549px" /></figure></li></ul></figure>



<p><strong>CADA NEGATIVADO DEVE, EM MÉDIA, R$ 4.028,36. MAIOR PARTE DAS DÍVIDAS SÃO COM BANCOS</strong><br>Em maio de 2023, cada consumidor negativado devia, em média, R$ 4.002,06 na soma de todas as dívidas. Considerando todas essas dívidas, cada inadimplente devia, em média, para 2,09 empresas credoras.</p>



<p><strong>NÚMERO DE PESSOAS INADIMPLENTES POR VALOR TOTAL DAS DÍVIDAS</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="448" height="223" src="//i0.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem51.png" alt="" class="wp-image-4407" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem51.png 448w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem51-285x142.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem51-260x129.png 260w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem51-50x25.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem51-150x75.png 150w" sizes="(max-width: 448px) 100vw, 448px" /></figure>



<p>Os dados ainda mostram que cerca de três em cada dez consumidores (31,58%) tinham dívidas de valor de até R$ 500, percentual que chega a 45,83% quando se fala de dívidas de até R$ 1.000.</p>



<p>Em maio de 2023, o número de dívidas em atraso no Brasil teve crescimento de 20,86%, em relação ao mesmo período de 2022. O dado observado em maio deste ano ficou acima da variação anual observada no mês anterior. Na passagem de abril/2023 para maio/2023, o número de dívidas apresentou alta de 3,82%.</p>



<p><strong>NÚMERO DE DÍVIDAS EM ATRASO</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="527" height="204" src="//i2.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem61.png" alt="" class="wp-image-4408" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem61.png 527w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem61-285x110.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem61-260x101.png 260w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem61-50x19.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem61-150x58.png 150w" sizes="(max-width: 527px) 100vw, 527px" /></figure>



<p>Destaca-se a evolução das dívidas com o setor de Bancos, que registrou crescimento de 33,76%, seguido de Água e Luz (17,25%). Em outra direção, as dívidas com o setor credor de Comunicação (‐14,47%) e Comércio (‐0,40%) apresentaram queda no total de dívidas em atraso.</p>



<p><strong>NÚMERO DE DÍVIDAS EM ATRASO POR SETOR CREDOR</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" width="514" height="211" src="//i3.wp.com/aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem71.png" alt="" class="wp-image-4409" srcset="https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem71.png 514w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem71-285x117.png 285w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem71-260x107.png 260w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem71-50x21.png 50w, https://aciamcdl.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem71-150x62.png 150w" sizes="(max-width: 514px) 100vw, 514px" /></figure>



<p>Em termos de participação, o setor credor que concentra a maior parte das dívidas é o de Bancos, com 64,72% do total. Na sequência, aparece Comércio (11,28%), o setor de Água e Luz com 10,79% e Comunicação com 6,63% do total de dívidas.</p>



<p>“O desemprego em patamar elevado, a inflação que corroeu o poder de compra, especialmente das famílias de renda mais baixa, a taxa de juros elevadas e a dificuldade de acesso ao crédito ou mesmo concessões de crédito inadequadas, levaram muitos brasileiros ao endividamento excessivo e consequentemente à inadimplência. Por isso, é fundamental que o consumidor faça um levantamento de todas as suas dívidas e crie um plano de pagamento levando em conta a sua capacidade de pagamento das contas em atraso e os gastos básicos mensais”, alerta Merula Borges, especialista em finanças da CNDL.</p>



<p>Para todos os indicadores, considera-se que uma dívida é a relação de um credor com um devedor, mesmo que esse credor tenha incluído vários registros desse devedor junto ao SPC Brasil. Ou seja, mesmo que um devedor tenha quatro registros de um mesmo credor, assume-se que esse consumidor tem apenas uma dívida.</p>



<p><strong><br>INFORMAÇÕES À IMPRENSA</strong></p>



<p>Marina Barbosa<br>(61) 9 8340 0257<br>imprensa@cndl.org.br</p>
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		<title>Bancarização cresce e PIX se consolida como meio de pagamento mais utilizado no dia a dia dos consumidores, aponta CNDL / SPC Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 17:17:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os últimos anos significaram uma verdadeira transformação digital no que diz respeito à utilização de meios de pagamentos mais ágeis e sem a necessidade de compartilhamento<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p>Os últimos anos significaram uma verdadeira transformação digital no que diz respeito à utilização de meios de pagamentos mais ágeis e sem a necessidade de compartilhamento de objetos. O PIX é exemplo disso. Criado em novembro de 2020, o PIX registrou uma forte e rápida adesão dos brasileiros e já é o meio de pagamento mais utilizado no dia a dia no país. Ultrapassando até mesmo o cartão de débito e o dinheiro em papel. O dado faz parte da pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae. De acordo com o levantamento, as modalidades de pagamento mais utilizadas pelos brasileiros no dia a dia são: PIX (67%, com crescimento de 27 pontos percentuais comparado a 2021 e sobretudo entre os mais jovens), cartão de débito (42%, principalmente entre os mais velhos), cartão de crédito (35%, com destaque na classe A/B) e dinheiro (22%, com queda de 18 pontos percentuais frente a 2021).</p>



<p>A preferência pelo PIX é justificada para 62% dos usuários pela rapidez e a praticidade, seguido do fato do valor ser transferido na mesma hora (49%) e não pagar taxas e tarifas (32%).</p>



<p>O levantamento aponta ainda um expressivo crescimento no número de consumidores com contas em bancos. De acordo com o levantamento, o percentual de internautas brasileiros que possui esse serviço alcançou 96% em 2022. No levantamento de 2021, o percentual era de 86% − um avanço de 10 pontos percentuais entre as pesquisas. Nas classes A e B, o percentual chegou a 99%, enquanto nas classes C, D e E, foi de 95%.</p>



<p>A maioria dos entrevistados (65%) possui conta em bancos com agências físicas e, ao mesmo tempo, mantém conta em banco digital. Mas também há um percentual que tem conta apenas em banco com presença física (16%) ou apenas em banco digital (16%).</p>



<p>A pesquisa mostra que a maior parte dos internautas que possuem conta corrente têm desconto de tarifas bancárias na conta mais utilizada. O percentual dos correntistas tarifados é de 65%, sendo que as principais tarifas são de manutenção da conta (34%); saque de dinheiro em espécie no caixa eletrônico (30%) e transferência de recursos (26%).</p>



<p><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color"><strong>Transações eletrônicas à vista superam o dinheiro em papel. Pagamento instantâneo ganha espaço nas compras online e no pagamento de contas de consumo</strong> </span></p>



<p>De acordo com o levantamento, 98% dos consumidores costumam fazer pagamentos à vista, isto é, quase totalidade. Nos pagamentos à vista, em que a quitação da compra ocorre na hora, o meio que os internautas mais costumam utilizar é o PIX, citado por 88%. Em seguida, aparece o cartão de débito (78%) e, em terceiro lugar, o dinheiro (72%). Na comparação entre as últimas pesquisas, houve um crescimento do PIX, citado por 70% em 2021, e do cartão de débito (66% em 2021). Com o crescimento do cartão de débito, o dinheiro passou da segunda para a terceira colocação.</p>



<p>Além dessas formas campeãs de pagamento à vista, os entrevistados também costumam utilizar: boleto à vista (44%); transferências bancárias (39%); e débito automático (36%). QR Code e Whatsapp foram citados com percentuais maiores do que os observados no ano passado. O pagamento com QR Code passou de 18% para 33%; já o pagamento pelo aplicativo de mensagem passou de 4% para 7% − uma modalidade ainda incipiente.</p>



<p>O uso das carteiras digitais, ou contas de pagamento, como Paypal, Pag Seguro, Moip, Pic Pay, Mercado Pago, Samsung Pay, Apple Pay etc, também vem crescendo: passou de 32% para 55%. Essas contas são providas pelas chamadas Instituições de Pagamento e têm as funções básicas de uma conta corrente, mas não são consideradas como tal pela regulação.</p>



<p>Com relação ao pagamento a prazo, a pesquisa aponta que 71% também costumam utilizar essa forma de pagamento. E nesse caso, o cartão de crédito lidera, mencionado por 67%. O crediário aparece em seguida, citado por 14%. Em desuso, o cheque pré-datado foi citado por apenas 2%.</p>



<p>Os pagamentos a prazo mostraram-se menos importantes como formas utilizadas no dia a dia. De acordo com a pesquisa, 36% elencaram uma modalidade a prazo entre as duas mais utilizadas. E, nesse caso, o cartão de crédito lidera, mencionado por 35%. O crediário aparece citado por apenas 1%.</p>



<p>O que determina, afinal, a preferência por uma modalidade de pagamento? Entre os que citaram o pagamento através de cartão de débito entre os mais utilizados no dia a dia, a principal justificativa foi a praticidade, citada por 47%. Em seguida, aparece a aceitação nos estabelecimentos (28%).</p>



<p>No caso do <strong>PIX</strong>, o principal motivador é a rapidez e a praticidade, mencionadas por 76%. O motivo segurança foi o segundo mais citado (20%), apesar da queda com relação à 2021 (32%), provavelmente relacionada a casos de fraudes e golpes.</p>



<p>Para aqueles que citaram o <strong>dinheiro</strong> entre as modalidades mais utilizadas, a praticidade e a rapidez também apareceram com destaque, citadas por 27%.</p>



<p>No caso do <strong>cartão de crédito</strong>, os principais motivos são o prazo maior para o pagamento (52%) e a possibilidade de parcelar as compras (39%).</p>



<p>“Esses dados mostram, em suma, que o brasileiro está habituado a pagar de diversas formas. E, como se pode supor, para cada tipo de compra, existe uma modalidade mais utilizada. Por isso os estabelecimentos comerciais devem ficar atentos à tendência de digitalização dos meios de pagamentos. O consumidor quer praticidade, segurança e rapidez”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.</p>



<p><strong><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color">Modalidades de pagamentos mudam de acordo com o tipo de estabelecimento. Nas lojas físicas lideram os cartões de débito, no virtual o cartão de crédito é o preferido</span></strong></p>



<p>A pesquisa segmentou as modalidades mais usadas por tipo de estabelecimento. Nas lojas físicas, o cartão de débito lidera, citado por 36% como a modalidade mais usada; em seguida, aparece o cartão de crédito (31%), o PIX (14%) e o dinheiro (12%).</p>



<p>Nas compras em lojas online, o cartão de crédito passa na frente, citado por 41%. Atrás do cartão vem o PIX (28%) e o cartão de débito (10%). Entre 2021 e 2022, a pesquisa constatou um crescimento de 10 pontos percentuais do PIX como meio utilizado nas lojas virtuais. Em 2021, essa modalidade foi citada em apenas 6% das compras online. Em contrapartida, o uso do boleto nas compras online caiu, passando de 16% para 4%.</p>



<p>No pagamento de contas de consumo, como água, luz e telefonia, o PIX também ganhou espaço, tornando-se a modalidade mais citada. Em 2021, 6% citaram o pagamento instantâneo como meio de pagamento utilizado para as contas de consumo. Em 2022, esse percentual passou para 20%. O dinheiro, antes citado por 33%, passou a ser mencionado por 17%, ficando na segunda posição. Já o débito automático foi citado por 13%.</p>



<p><strong><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color">PIX é utilizado principalmente para transferência entre amigos e parentes</span></strong></p>



<p>Criado em novembro de 2020, o PIX registrou uma forte e rápida adesão dos brasileiros. A pesquisa mostra que, mesmo entre os consumidores que não citam o PIX entre as formas de pagamento mais utilizadas, quase a totalidade (98%) tem uma chave de PIX cadastrada. O percentual está acima de 90% para todas as aberturas analisadas no estudo: sexo, idade e classe.</p>



<p>O PIX é utilizado sobretudo para as transferências de recursos, substituindo as TEDs e DOCs. A pesquisa mostra que 83% utilizam essa forma para transferir recursos para amigos e parentes. As compras na internet (52% no geral, aumentando para 58% entre os jovens e para 58% entre as classes A e B) e em supermercado (48%) e o pagamento de prestadores de serviços (47%), restaurantes (39%) e consultas médicas (21%), foram outros exemplos de usos do PIX. Vale destacar que, em 2021, 31% citaram os pagamentos de compras feitas pela internet através do PIX.</p>



<p>Entre os usuários do PIX, apenas 1% afirma que usam esse meio raramente. A maioria (58%) diz utilizar sempre ou às vezes (41%). Entre os mais jovens, com idade entre 18 a 34 anos, 66% utilizam o PIX sempre. Se transferir através do PIX parece ser um bom negócio, melhor ainda é receber: de acordo com o levantamento, 96% recebem pagamentos através do PIX. Entre os que recebem por PIX, 44% afirmam receber sempre e 53% afirmam receber às vezes.</p>



<p>Entre aqueles que têm o PIX cadastrado e ainda não utilizaram, 28% alegam que a maioria dos estabelecimentos não oferece esse tipo de pagamento. O medo de clonagem e roubo de dados foi citado por 23%. Além desses, 9% afirmam não considerar confiável.</p>



<p><strong><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color">Internautas que não utilizam QR Code e Whatsapp para pagamentos alegam que estabelecimentos não aceitam as modalidades</span></strong></p>



<p>Outras novidades no mercado de meio de pagamentos é a disponibilização de QR Codes. A pesquisa investigou os motivos da relutância no uso dessa modalidade. O mais mencionado foi, segundo os entrevistados, o fato de a maioria dos estabelecimentos não aceitar essa forma (45%). Outro motivo importante foi a dificuldade para saber como essa modalidade funciona (12%), além do medo de clonagem e roubo dos dados (12%).</p>



<p>Entre os que ainda não utilizam, seis em cada dez (60%) mencionam a maior aceitabilidade e 38% um maior conhecimento sobre essa forma de pagamento. Além desses, para 29%, uma motivação para uso seria a maior segurança.</p>



<p>Por fim, a pesquisa mostra que, entre os internautas que não utilizam o Whatsapp como meio de pagamento, o desconhecimento sobre essa possibilidade não pode ser apontado como motivo: 90% sabem que essa modalidade existe, mas não a utilizam.</p>



<p>Entre os motivos citados por esse público, mais uma vez se destaca o fato de que a maior parte dos estabelecimentos não aceita, citado por 37%. Ocorre que alguns, mesmo conhecendo a existência da modalidade, julgam ter pouco conhecimento a respeito do funcionamento. Esse motivo foi citado por 35%. Além desses, 35% não consideram essa forma confiável e 32% não têm interesse ou necessidade. O receio de clonagem de dados foi citado por 31%.</p>



<p>Mais conhecimento sobre como funciona o pagamento por Whatsapp poderia fazer 61% dos que não utilizam mudar de ideia. A maior segurança poderia motivar 57% e a maior aceitação pelas lojas também poderia funcionar para 52%.</p>



<p><strong><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color"><strong>METODOLOGIA</strong></span></strong></p>



<p><strong>Público-alvo:</strong> população internauta residente nas capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos.</p>



<p><strong>Método de coleta:</strong> pesquisa realizada via web.</p>



<p><strong>Amostra:</strong> 800 casos, com margem de erro de 3,0 pontos percentuais.</p>



<p><strong>Data de coleta:</strong> de 15 a 22 setembro de 2022.</p>



<p><strong><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color"><strong><strong>SOBRE O PORTA-VOZ</strong></strong></span></strong></p>



<p>DANIEL SAKAMOTO: Mestre em Políticas Públicas e Governo pela Fundação Getulio Vargas, bacharel em Direito (IESB) e Relações Internacionais (Universidade Católica de Brasília) com especialização em Gerenciamento de Projetos (University of California) e certificação PMP®&#xfe0f; – Project Manager Professional. Atualmente exerce a função de Gerente Executivo na Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.</p>



<p><strong><span style="color:#3a3a9d" class="has-inline-color"><strong><strong><strong>INFORMAÇÕES À IMPRENSA</strong></strong></strong></span></strong></p>



<p>Marina Barbosa</p>



<p>(61) 9 8340 0257</p>



<p>marina.barbosa@cndl.org.br</p>
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		<title>A troca de produto com defeito precisa ser imediata?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 16:41:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Segundo, o Código de Defesa do Consumidor – CDC, havendo reclamação de produto com defeito, a empresa tem um prazo de 30 dias para resolver o<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo, o Código de Defesa do Consumidor – CDC, havendo reclamação de produto com defeito, a empresa tem um prazo de 30 dias para resolver o problema, podendo, inclusive, acionar o fabricante. Só depois de terminado esse prazo, se o problema ainda não foi resolvido, é que o consumidor pode exigir a troca, a devolução do dinheiro ou um abatimento no preço.</p>
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		<title>Curso de Vendas Sebrae</title>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2022 17:15:25 +0000</pubDate>
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		<title>Curso de Vendas</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2022 15:01:21 +0000</pubDate>
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		<title>Empresas de telecomunicações não repassaram redução do ICMS aos clientes</title>
		<link>https://aciamcdl.com.br/empresas-de-telecomunicacoes-nao-repassaram-reducao-do-icms-aos-clientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[aciam]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:57:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Brasil criou 218 mil empregos com carteira assinada em julho. Com a redução da alíquota do ICMS, desde julho de 2022, as empresas de telecomunicações deixarão<span class="excerpt-hellip"> […]</span>]]></description>
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<p><strong>Brasil criou 218 mil empregos com carteira assinada em julho</strong>.</p>



<p>Com a redução da alíquota do ICMS, desde julho de 2022, as empresas de telecomunicações deixarão de pagar R$ 1,1 bilhão em impostos ao governo de Minas Gerais por ano. Por outro lado, o preço da conta de telefone e internet de alguns consumidores não teve qualquer redução de preço e, em alguns casos, até aumentou nos últimos dois meses. Agora, após registrar reclamações sobre esse cenário, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prepara uma ação cautelar para obrigar as empresas a fazerem o repasse do desconto aos clientes e pagarem inclusive o que deixaram de descontar nos meses anteriores.</p>



<p>A alíquota do ICMS em Minas caiu de 27% para 18% no início de julho. A reportagem consultou contas das três maiores empresas de telefonia e, em todas elas, essa mudança está registrada, porém o consumidor não pagou menos, na prática. Na conta de celular da Tim, está discriminado, inclusive, que o valor do ICMS passou de R$ 11,72, em junho, para R$ 7,81. O valor total da conta, entretanto, não teve alteração. Na conta de banda larga e telefonia fixa da Claro, houve redução do valor cobrado pelo ICMS, mas, ao mesmo tempo, o valor do boleto aumentou R$ 8,45, superando a diminuição do imposto. Por fim, em uma conta da Vivo, o valor do ICMS também caiu mais de R$ 2, porém a conta do consumidor aumentou.</p>



<p>“Muitas das empresas anunciaram o repasse do desconto, mas de forma não homogênea e não muito transparente. Nossa intenção com essa cautelar da Anatel é estabelecer um marco objetivo de como isso tem que acontecer para que o consumidor também saiba, de maneira objetiva, que possui esse dinheiro”, explicou o superintendente-executivo da Anatel, Abraão Balbino, em coletiva de imprensa nessa terça-feira (20). A cautelar ainda será publicada nesta quinta-feira (22), no Diário Oficial da União (DOU), mas a equipe da agência já esclareceu que ela dará 15 dias para as empresas se adequarem para baixar a conta dos consumidores. Nacionalmente, a queda média do valor deve ser de 10% a 11%, avalia a Anatel.</p>



<p><strong><em>Segundo o presidente da FCDL-MG, Frank Sinatra, essa diferença na alíquota é muito representativa para o bolso  dos consumidores, de modo geral, e também para os lojistas. “Otimizar e reduzir os gastos, em especial com contas de telefone e de internet, significa, para nós comerciantes, mais dinheiro em caixa para que possamos investir e girar nosso estoque“, salienta</em></strong></p>



</br>



<h2><strong>Demora</strong></h2>



<p>As empresas têm atribuído a&nbsp;demora no repasse integral da queda do ICMS&nbsp;para todos os consumidores a questões técnicas. No último mês, a Vivo afirmou que começou a adaptar seus sistemas de cobrança em julho e que 80% dos consumidores receberiam os descontos até setembro, chegando a 100% até novembro, com a compensação do que não tiver sido descontado até então. A Claro afirmou que o repasse começou pelos serviços de menor complexidade em julho e, em setembro, será concluído para os demais. Entre setembro e novembro, haverá descontos retroativos, o que exige desenvolvimento de um sistema específico que demanda tempo, segundo a empresa. A Tim também disse que ajustará as contas até novembro e que clientes pré-pagos tiveram incremento da franquia em vez de desconto em dinheiro.</p>



<p>A Anatel não enxerga esse incremento com bons olhos. “Isso é uma irregularidade. O que a lei prevê e o que se espera é que a redução do preço da fatura chegasse ao consumidor final. Oferecer serviços a mais como forma de compensar e não fazer o reajuste é procurar jeitinho para descumprir a legislação, e a Anatel não será complacente com esse tipo de prática”, pontuou o conselheiro da Anatel Emmanoel Campelo.</p>



<p>Ele também afirmou que a alegação de que há desafios técnicos para repassar o desconto é, em suas palavras, “conversa para boi dormir”. “Eu não caio nesse argumento, nessa conversa de complexidade para dar esse desconto. Se a empresa consegue colocar a redução da alíquota na fatura, se essa redução está discriminada, não consegue dar desconto? Isso é pura má-vontade, não existe complicador para isso. O que queremos saber é se o consumidor está usufruindo do desconto que a empresa já tem. Se ela já tem esse desconto, não tem dificuldade nenhuma para repassá-lo ao consumidor e isso é conversa para boi dormir, uma falácia, com todo o respeito”, conclui.</p>



<p>As empresas que desobedecerem a determinaçã da Anatel estarão sujeitas a multas de até R$ 50 milhões. A reportagem enviou os boletos citados na matéria para cada uma das operadoras responderem o porquê de não haver redução das contas de cada umas delas, mas não teve resposta sobre esses casos.</p>
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